Praia, restaurantes, hipermercados, lojas, clínicas... visitei tudo isto, trabalhando. Vivo numa metrópole irritante de tão cheia e despreparada, e por isso passei tanto tempo me adaptando à nova jornada de sono, cansaço e preguiça misturados. Em tempo, agradeço ao selo repassado pelo blog Tudo do Anjo, em março. É uma das grandes motivações que tenho pra continuar abrindo o livro dos Dias de Lica.
Uma pesquisa feita pelo Instituto de...
É brincadeira, mas é sério (???). Tenho uma relação de amor mútuo com meu cachorro, que faz uma festa quando chego e fica com um olharzinho meio triste quando saio e não posso levá-lo, além de dar outras mostras de inteligência #sembabarovo.
Bem, o fato é que não só ele me tem feito festa, tenho tido a mesma recepção com todos os outros cachorros mais ou menos do seu porte, não importando a raça, nas casas que tenho visitado. Eles não se contêm e ficam em pé sobre as patas traseiras, querendo minha atenção. Depois disso minha mente só pode pensar que alguém andou falando bem sobre mim pra eles... alguém tão sincero e carinhoso quanto esses amores de quatro patas.
No dia seguinte ninguém morreu.
Essa frase é de um dos livros "para ler antes de morrer", As intermitências da morte, de José Saramago. Conheci Saramago através de uma conversa de fim de aula - de português - no segundo ano, sobre Ensaio sobre a cegueira, que eu li no mesmo ano, com mesma fome com que li esse segundo, que descobri num seminário - de Teoria da Literatura - na faculdade. Sem spoilers, sem resenha, sem blá, blá, blá. Apenas sugiro pra quem quer rir com/da morte, sentir ternura por ela ou ainda parar pra pensar muito na vida. Ou na morte, sei lá...
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